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A partir de sábado (01/05/2021) , a macrorregião na qual Ouro Preto está inserida avançará para a Onda Vermelha, que é menos restritiva que a atual Onda Roxa, no Programa Minas Consciente. Isso significa que os meios de hospedagem poderão operar com 50% da capacidade os bares, restaurantes e lanchonetes reabrirão seguindo os protocolos de biossegurança e distanciamento entre as mesas, não sendo permitida a circulação sem a utilização de máscara as minas de ouro também reabrirão para visitação, seguindo os protocolos definidos pelo programa estadual. Apesar da queda no número da incidência da COVID-19 no estado, os leitos de UTI da Santa Casa de Ouro Preto, que é o hospital de referência na microrregião de Ouro Preto (que atende também Mariana e Itabirito) ainda permanecem com lotação máxima. Por isso, pedimos, que os protocolos sanitários (distanciamento, higiene das mãos e uso de máscara) sejam seguidos à risca pelos turistas para preservar a vida da nossa população. Lembrando que é proibida a circulação pelas áreas públicas da cidade sem o uso correto da máscara, conforme Decreto Municipal. Então, vamos recapitular: usem máscara, sanitizem as mãos, mantenham distanciamento das pessoas que não estão em seu grupo de viagem e respeitem os moradores. Seja um TURISTA LEGAL! Todos cuidando de todos para que as coisas melhorem o quanto antes e possamos recebê-los num futuro próximo com menos restrições! 🙏  fonte: tur_ouropreto
O café tradicional possui qualidade inferior. Ele é composto por café arábica com  alta  incidência de defeitos e é vendido para as indústrias nacionais por preços inferiores. Essa qualidade é conhecida pelos negociantes como ?baixo? ou ?consumo?, fazendo referência ao arábica de baixa qualidade e o café de consumo interno. Com esse café arábica baixo são feitos blends com o café conilon, até obter os padrões de café tradicionais, que se mantém sempre os mesmos. Tais cafés acabam se caracterizando pela moagem muito mais fina e uma torra bastante escura, para disfarçar as imperfeições dos grãos. É o café preto que bebemos todos os dias ou quando vamos à padaria. O resultado dessa síntese é apenas o amargor do grão, por isso a necessidade de adoçá-lo.
Se você gosta de café, já deve ter visto em algumas embalagens café ?100% Arábica?. Mas você sabe o que isso significa? O que é um café arábica? E o café conilon, também chamado de robusta? Espécies do café Café é o nome da semente do cafeeiro que pertence à família botânica das Rubiáceas, cujo gênero é denominado Coffea. Entre as muitas espécies desse gênero, destacam-se três: Coffea arabica   ? suas variedades mais comuns são a Typica e o Bourbon, que originaram outras cultivares como a Caturra (Brasil e Colômbia), Mundo novo (Brasil), Tico (América Central), San ramon (américa central), Blue mountain (Jamaica) e Sumatra (Indonésia). Dessas ainda originaram-se outras como a Catuaí, híbrido do Mundo novo e do Caturra. Coffea canephora   ? sua variedade mais comum é a Robusta, sendo cultivada na África ocidental e central, no sudoeste da Ásia e em algumas regiões do Brasil, onde é conhecida como Conilon. Coffea liberica   ? sua variedade é chamada de Dewevrei, conhecida como Excelsa e é nativa da África, não sendo muito demandada. Economicamente, as duas espécies mais cultivadas são a Coffea arabica (representando cerca de 60% da produção mundial) e a Coffea canephora. A primeira possui frutos ovais que amadurecem entre 7 e 9 meses, e a segunda possui frutos arredondados que levam até 11 meses para amadurecer. Os frutos ocorrem ao longo dos ramos do cafeeiro e cada fruto é formado pela casca externa, cuja coloração é vermelha ou amarela (dependendo da cultivar) quando está maduro. Abaixo da casca há uma polpa (mesocarpo) e seguida dessa uma camada gelatinosa (mucilagem), que fica em contato com a cobertura chamada de pergaminho (endocarpo), que envolve os grãos (duas sementes). Café Arábica X Café Conilon Na última década, pelo menos, o café começou a mudar a cara do setor por meio da valorização de   grãos especiais   que dão origem a uma bebida mais saborosa. Nesse mercado vigoroso também foram reforçados muitos rótulos ? ?o grão arábica é o nobre da família?, ?o conilon (robusta) é o primo pobre? ? e há quem não saiba as diferenças entre um e outro. ?Mas todos os dois têm o seu valor? explica Armando Androciolli, engenheiro agrônomo do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Para mostrar a relevância de cada um no mercado, o pesquisador esclarece a importância e a diferença entre eles; que têm em comum a mesma família (Rubiáceas) composta por mais de 60 espécies, das quais duas são cultivadas e comercializadas: Café Arábica ( Coffea arabica ) Proveniente das montanhas da Etiópia, é a espécie que dá origem aos chamados   cafés finos   por meio de suas muitas variedades (mundo novo, catuaí amarelo e vermelho, bourbon etc). A bebida feita a partir delas é considerada nobre por sua   complexidade de aroma e sabor   (doçura e acidez). Os cafés ?gourmet? só podem ser extraídos por meio dessas colheitas. O arábica representa 3/4 da produção mundial de café, concentrada entre Américas do Sul e Central. No Brasil, sua maior colheita está em Minas Gerais (principal produtor do país) e a safra nacional (2018/2019) é estimada em 36,9 milhões de sacas, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O preço pago ao produtor (saca de 60 quilos) é maior em relação ao conillon. Café Robusta ( Coffea canephora ) Originário do Congo e da Guiné, responde por 1/4 da produção mundial concentrada na África, Ásia e América do Sul. As variedades mais conhecidas são o robusta e o conilon, como é chamado no Brasil. No país, as lavouras estão basicamente no Espírito Santo e a última safra nacional está estimada em 13,9 milhões de sacas, segundo a Conab. Mais amargo, o grão não rende uma bebida fina como o arábica. Porém, ele é valorizado para a composição de blends e pela indústria de café instantâneo ? possui mais substâncias solúveis (açúcares e cafeína), com grande aceitação nos mercados americano e europeu. A espécie também é mais produtiva (floresce várias vezes ao ano) em comparação à arábica e resistente a doenças. fone: graogourmet Imagem: cultivando.com.br
O que é o Café Especial? De acordo com a Metodologia de Avaliação Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association), usada no mundo todo,  Café Especial  é todo aquele que atinge, no mínimo,  80 pontos  na escala de pontuação da metodologia (que vai até 100), sendo avaliados os seguintes atributos: ·          Fragrância/Aroma ·          Uniformidade (cada xícara representa estatisticamente 20% do lote avaliado) ·          Ausência de Defeitos ·          Doçura ·          Sabor ·          Acidez ·          Corpo ·          Finalização ·          Harmonia ·          Conceito Final (impressão geral sobre o café, atribuída pelo classificador. Única parcela de subjetividade do classificador na avaliação da amostra) Um Café Especial destaca-se nesses atributos, possuindo sabores e aromas que podem ser frutados, herbais, doces como caramelo e chocolate. Podemos fazer uma analogia com o vinho, pois o  café também pode ser apreciado por suas características sensoriais  e não apenas pela cafeína. Dependendo da região de cultivo, do cuidado pós-colheita e da torra, você tem cafés diferentes e deliciosos. E pode acreditar, quando você experimentar um café especial, não vai mais querer outro café! Essas classificações Gourmet e Especial são apenas para café Arábica , pois a bebida feita a partir dessa espécie é considerada nobre por sua complexidade de aroma e sabor (doçura e acidez). Veja a diferença entre  café arábica e conilon . Mas a nota não é a única diferença entre os grãos. Quando estamos falando de Café Especial e Gourmet, devemos nos atentar a alguns cuidados extras, como a  torra . Sabemos que o tipo de torra do café afeta seu sabor na xícara. O mesmo café, em diferentes torras, terá um sabor diferente. Isso acontece, pois, quanto mais tempo o café fica no torrador, mais açúcar natural do grão é consumido. Portanto, quanto mais escura a torra do café, menos doçura ele terá.  Quanto queremos um café gourmet, até o processo de torra e moagem fazem a diferença Além da torra, tem outros fatores importantes para extrair o melhor desse café na xícara, como a moagem, método de preparo e a água utilizada. Com isso, você consegue extrair o melhor café, sentindo todo o sabor, acidez e corpo, uma experiência única.
História, tradições com uma beleza inigualável histórica cheia de cultura,  quem visita e mora em Ouro Preto muitas vezes desconhece vários fatos. Neste artigo vamos apresentar 5 curiosidades top! Top 1 - Título de Patrimônio Cultural da Humanidade A cidade de Ouro Preto foi Declarada pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade no dia 2 de Setembro de 1980! Outras curiosidades são os alguns dos pontos turísticos de Ouro Preto-MG que possuem reconhecimentos especiais, como a Igreja de São Francisco de Assis. Ela é considerada uma das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. Top 2 - Ouro Preto foi a vila mais desenvolvida da colônia no século XVIII? Isso é o que dizem alguns historiadores. Numa época em que São Paulo e Rio de Janeiro eram pequenas, Ouro Preto, ainda chamada de Vila Rica chegou ao auge populacional. Em 50 anos de existência, período em que sua população branca passou de zero a 30 mil, o berço da corrida do ouro se transformara numa pequena metrópole. Em 1732, Francisco Tavares de Brito, conhecedor das Minas Gerais, informava à Coroa que Vila Rica um Potosí de ouro, segundo ele era mais soberba e opulenta que todas as vilas da região. Era mais que isso: era a urbe mais desenvolvida da colônia, um canteiro de obras em permanente evolução! Top 3 - Rua São José, rua dos Bancos  A Rua São José, conhecida popularmente como rua dos bancos , pois é o local onde os bancos possuem suas filiais em Ouro Preto. É uma das ruas mais preservadas da cidade, uma curiosidade é que esta é uma das poucas ruas que não possuem ladeira, sendo totalmente plana. Localiza a Casa de Tiradentes foi construída por volta de 1732, a aceop (associação comercial de ouro preto), casa dos contos e outros. Foi construida pelos membros da Irmandade dos Homens Pretos de Nossa Senhora do Rosário para passagem do Triunfo Eucarístico. Naquela época tinha o nome de Rua Nova do Sacramento. Desde o início do século XX é um dos principais pontos comerciais de Ouro Preto. Top 4-  Por que oratórios foram construídos nas ruas? O real motivo foi  medo de assombrações, levando em conta que o as pessoas da época tinha muita devoção o temor a assombração gerava muitas de preces e instalações de oratórios das ruas. Com o pavor e o medo que se espalhava entre os moradores, a Igreja Católica acabou permitindo a construção dos oratórios nas casas, como o que é visto na Rua dos Paulistas, dedicado a Nossa Senhora do Bonsucesso, e o Oratório da Rua Barão de Ouro Branco. O último, em especial, fica na esquina da rua Santa Efigênia, antiga ladeira de Santa Efigênia. Foi construído, provavelmente no século XVIII, uma vez que está ligado a uma lenda da região que fala sobre um bando de contrabandistas de ouro da época, conhecido como a quadrilha do Vira Saia. Top 5 - Por que o nome Ouro Preto? Quando Vila Rica foi elavada a cidade, os exploradores desta região encontram pedras de granito pretas dentro do rio que corre na região, ao levar algumas para averiguar descobrirão que na verdade era Ouro, Ouro com uma camada Preta, esse Ouro Preto levou então ao nome da cidade que foi adotodo em 20 de maio de 1823.  fonte: dicasouropreto
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